Após a venda, o raro cartucho de Super Mario Bros. passou de propriedade de três pessoas: Um dono de uma rede de lojas de videogames chamado Zac Gieg, um colecionador de games conhecido por Rich Lecce e Jim Halperin, sendo este, fundador e co-presidente da uma empresa de leilões chamada Heritage Auctions.

Uma empresa chamada Wata Games foi chamada para avaliar o cartucho lacrado e informar se era autêntico ou não. Na ocasião o presidente da companhia, Deniz Khan, disse: “Um Super Mario Bros. como este, selado por adesivo, é certamente um dos itens mais importantes e raros na história dos videogames”. E informou que, anteriormente, o ex-proprietário da fita já havia recebido propostas de mais de US$50.000,00 pela raridade, mas que jamais fecharia o negócio por menos de US$100.000,00.

Nos últimos tempos, a empresa de leilões Heritage Auctions começou a vender produtos que são avaliados e autenticados pela Wata Games.